I’m every woman!

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Filhas, netas, irmãs, tias, madrinhas, mães! Maníacas na cozinha, loucas nos shoppings, desesperadas no ginásio, impacientes ao espelho. Somos um todo e tantas vezes quase nada… Um pé que pisa o limite em tantas situações, somos criaturas à beira de um ataque de nervos ou a calma, a calma precisa para um piquenique num dia de Primavera.

Somos corações em dilema, porque a vida tem tantos caminhos e nós somos apenas UMA,  embora existam tantas mulheres dentro de nós mesmas – como cantava a Chaka Khan…* Esquerda, direita? Em frente, sempre em frente, que parar é morrer e para trás andam os caranguejos.

Somos corações em chamas porque as nossas escolhas nem sempre são as certas mas são as que queremos fazer e OH- somos uma humanas e temos direito de errar…

Somos pés descalços na relva molhada a correr atrás das crianças, ou sapato alto a fazer o seu barulho cinematográfico, numa rua quase vazia, a caminho daquele jantar tãodesejado…

http://youtu.be/Q8xuUdI1an0

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Daughters, granddaughters, sisters, aunties, mothers! Maniacs in the kitchen, crazy at the shopping, desperate in the gym, impatient on the mirror. We are a whole and many times we’re almost nothing. A foot crossing the limits in so many situations, creatures living on the edge of a nervous breakdown or the calm, the necessary calm of a Sunday’s picnic in a Spring day.

We are hearts in dillema, because life has so many paths and we are just ONE, even though there are so many women inside ourselves – like Chaka Kan used to sing…* Left, right? In front, always in front, because to stop is to die and to walk back is crab’s ability.

We are hearts in flames because our choices aren’t always the right ones, but they’re the ones we wanted to make and OH- we’re humans and therefore we have the right to make mistakes…

We are barefoot on the wet grass, running after the children, or high heels making their cinematographic noise, in an almost empty street, on the way to that expected dinner…

http://youtu.be/Q8xuUdI1an0

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Uma Ode às Flappers / An Ode to the Flappers

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«Flappers» é um termo que nasceu nos anos 20 e que foi atribuído às mulheres que deram os primeiros passos na ousadia. Elas cortavam o cabelo curto, deixaram de usar espartilhos, fumavam, ouviam jazz e dançavam enquanto bebiam.

Elas foram irreverentes, corajosas e quebraram convenções.

Sexo casual, conduções a alta velocidade, saídas até de madrugada. Mas mais do que este compromisso com a vida da noite, as Flappers também deram os primeiros passos a assumir profissões e contribuir para o sustento da família. Basicamente, as Flappers decidiram que as mulheres têm direito a usufruir do mesmo estilo de vida dos homens! E estavam TÃO certas. Admiro profundamente esta vaga de mulheres liberais, que não se fecharam em casa, mas ao contrário, saíram às ruas e desafiaram as leis e, muito mais importante que isso, a moral deste tempo. Elas foram, sem dúvida, as rainhas do conceito “mulher moderna” – ainda que tenha sido no início do século XX!

Celebridades como Zelda Fitzgerald, Coco Channel e Anita Loos são exemplos de famosas Flappers.

Novos looks, novos empregos, novos estilos de vida. Ao invés das gerações prévias, que procuravam marido, as Flappers certificaram-se que procuravam uma vida melhor – e bem mais divertida! A era das Flappers foi sem dúvida uma batalha feminina para a independência e igualdade de direitos. 

Pamela C.

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«Flappers» is a term born in the 20’s which was attributed to the women that took the first steps in boldness. They used short hair, they refused to use the corset, they smoked, listened to jazz and danced while drinking.

They were irreverent, brave and smashed conventions.

Casual sex, high-speed drivers, going out until dawn. But more than this commitment to nightlife, Flappers dedicated themselves also to take steps in the professional sector. Basically, Flappers decided women had rights to live the same lifestyle as men. And they were SO right! I admire profoundly this wave of liberal women who refused to locked themselves at home, but on the inverse, went out to the streets and challenged laws and, more important than that, they challenged the moral of those times. They were, without any doubt, the queens of “modern women” concept” – even if it was at the beginning of the 20th century!

Celebrities like Zelda Fitzgerald, Coco Channel e Anita Loos are examples of famous Flappers.

New looks, new jobs, new lifestyles. Instead of looking for a husband, like the previous generations, Flappers made sure they were looking for a better life – and also funnier! Flapper’s age was without any doubt an feminist battle for the independence and equality of rights. 

Pamela C.

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Who run the world?

GIRLS!

GIRLS that are spontaneous!

GIRLS that are independent!

GIRLS that are not afraid to fail!

GIRLS that break stereotypes!

GIRLS that respect others!

GIRLS that create their own path!

GIRLS that cry when they want to cry!

GIRLS that dance after they cry!

GIRLS that smile when they are embarrassed!

GIRLS that know there’s no such thing as a Charming Prince, but many enchanted Frogs!

GIRLS that accept their flaws!

GIRLS that change what they can…and mostly, accept what they cannot!

GIRLS that are not afraid of life!

CARPE that fucking DIEM, girls, cause WE RUN THE WORLD!

We wish you a great 2013!

Pamela & Emilie

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Live and let live!

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Há uma coisa que eu odeio nas pessoas. Eu não sou de ódios, mas isto tira-me mesmo do sério. O sentimento de posse. As pessoas adoram ter controlo umas sobre as outras e sentir que as têm na mão.

Isto já me aconteceu algumas vezes com ex-namorados ou até mesmo meros “amigos”. A primeira vez foi com um namorado que, quando se apercebeu que a minha vida tinha seguido em frente, começou a falar comigo todos os dias. TODOS os dias mesmo, até que tive de colocar um STOP! Ele até de coisas que tínhamos vivido na relação falava, e eu sabia que ele já tinha outra namorada, mas ao mesmo tempo ele queria que eu ficasse a vida toda à sua espera… Até que eu lhe disse directamente que ia embora do país e que, além disso, estava com outra pessoa. Auch, deve ter doído 🙂

Recentemente vivi de novo esta situação do “não te quero mas fica aí à mão de semear caso em mude de idéias”. Confesso que quase tive um ataque de fúria. É extramemente rídiculo. Este deixou-me mesmo irritada porque não tinha notícias dele há muito. E, do nada, aparece de novo a contar-me todos os pormenores da sua vida e a contar-me que anda a sair com alguém…rematou no final: ” e tu, tens algum namorado?”. Depois fez-me questão de contar todos os seus planos para o futuro e no final rematar com…” eu não te esqueci “- WTF?!

A sério, qual é o sentido? Que medo absurdo é este das pessoas de ficarem sem “recursos”, sem “portos seguros”? Se não funcionou, paciência… Não é nada correcto querer “acorrentar” uma pessoa ao passado… vivam e deixem viver!

Pamela C.

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There’s one thing that I really hate about people. I am not an hate person, but this really takes the patience out of me. The feeling of hold. People love to have control on each other and to feel they have them on the hand.

This happened to me sometimes with former boyfriends or even “friends”. The first time was with an ex-boyfriend who realized my life had move on, he started to talk with me everyday. EVERYDAY, really, until I made him STOP. He was even speaking about details of our relationship, and I even knew he was with someone new, but at the same time maybe he was waiting for me to wait my whole life for him…Until I told him I was going to leave the country and that I had a new boyfriend. Auch, it must hurt 🙂

Recently I lived again this ” I don’t want you but I need you to be there in case I change my mind” situation. I confess I almost had an anger attack. It’s extremely ridiculous. This really pissed me off because I had no news about him in a long time. And, from nowhere, he  comes again in my life, telling me everything about his life, includind that he’s dating someone..he said at the end ” I didn’t forget you”..WTF?

Seriously, what’s the point? Which kind of absurd fear is this of losing the “means”, the “safe harbor”? If it didn’t work…too bad! It’s not ok to try to hold someone in the past… Live and let live!

Pamela C.

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When we think too much…

The Great DictatorNunca entendi as minhas amigas que passam o tempo a questionar as relações que têm e que estäo sempre à espera que algo de mal aconteça. Sempre pensei que ao estar nesta expectativa, a tendência seria para criar inseguranças e também desconfianças.

Quando dou por mim a apaixonar-me e sem saber como fazer marcha-atrás, o mais fácil pareceu ser começar a questionar-me, tal e qual as minhas amigas. Estar apaixonada começou a significar estar ansiosa. Pensar se ele não será demasiado bom para ser verdade, que defeitos esconderá e até a compará-lo com outros que outrora já deixaram precedentes.

Mas, depois de me lembrar do porquê de criticar as minhas amigas, decidi deixar de viver assustada pela eminência de situações hipotéticas e predicções lunáticas sem sentido.

Não podemos prever o futuro, porque é que temos a mania de o querer influenciar com atitudes provocadas pelo medo de nos entregarmos?

Não há nada mais atraente que não pensar no que vem depois, não por medo, mas porque simplesmente o que importa são os momentos que vivemos, aqui e agora.

Emilie B.

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I never understood my friends who spend time questioning the relationships they have and are always waiting for something bad to happen. I always thought that to have these bad expectations would create insecurities and mistrust.

When I found myself falling in love and not knowing how to reverse it, to start questioning me seemed to be the easiest way to deal with it, just like my friends. Being in love began to mean being anxious. Think if he is not be too good to be true, that he probably hides flaws and even compare him with others that have already left precedents.

But after reminding me of why I used to criticize my friends, I decided to stop living scared by the imminence of hypothetical situations and nonsense predictions.

We can’t predict the future, why do we used to influence attitudes provoked by the fear of letting us go?

There is nothing more appealing than thinking about what comes next, not by fear, but simply because what matters are the moments we live right here and right now.

Emilie B.

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In love with little things

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Acabada de chegar de umas mini-férias, confesso que a primeira coisa que pensei em falar-vos foi das mesmas! Mas, não estou aqui para fazer o papel de TripAdvisor, por isso resolvi falar-vos de um sentimento muito bonito: estar apaixonada pela vida!

Apaixonada pelo cheiro de um café quente, acompanhado de uma conversa com uma pessoa completamente nova, num bar barulhento. Apaixonada pela música Indie-Rock ao despertar, numa manhã de neve, no mês de Natal. Apaixonada pelo sorriso daquela criança que vai no metro, vestida com a sua capa Super-Homem. Apaixonada pela simpatia e bondade da pessoa que vai ao nosso lado no avião e que gentilmente nos empresta o seu jornal!

Apaixonada por tudo, apaixonada pela vida, apaixonada por mim! Se há coisa que me faz bem é sair dos sítios habituais, sair do conforto, escapar-me para o incerto…

Há tanta coisa na vida que merece o nosso amor, tantas vezes muito mais do que um homem! Concordam?

Pamela C.

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I just arrive from a mini-trip, so I confess I thought to speak about it! But, I’m not here to play TripAdvisor’s role, so I decided to speak about a very beautiful feeling: being in love with life!

In love with the smell of a hot coffee, accompanied by a conversation with a completely new person, in a noisy bar. In love with Indie-Rock music to awake, in a snow morning, during Christmas month! In love with the smile of that kid in the subway, wearing the Super-Man cape. In love with the sympathy and kindness of the person next to us in the airplane, who gently borrow us the newspaper!

In love with everything, in love with life, in love with me! If there’s something that makes me feel good, is going out of the same old places, cross the comfort line, escape to the uncertain…

There are so many things in life who deserve our love, many times more than a man! Do you agree?

 

Pamela C.

 

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Too much love will kill you – World Aids Day

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 Aids epidemic is fuelled by stigma, violence and indifference.

Don’t ignore or judge, get informed.

http://www.onelifetolive.ca/

http://www.worldaidsday.org/

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